Viagem: Minhas dicas em Montevidéu – Uruguay

No início do ano, estive em Montevidéu, capital do Uruguai. Na verdade, fui passar o reveillon nesta cidade antiguinha, onde o tempo parou.

Ficamos hospedados no Ibis, bem em frente à praia de Mar del Plata, a rambla é bastante extensa e se você seguir pelo lado direito do hotel vai sair no porto e também na Ciudad Vieja, a parte mais antiga e charmosa da cidade.

Montevidéu é uma cidade tranquila, segura (saímos para andar à noite sem medo algum), limpa e barata. Comer em Montevidéu é uma agradável surpresa – as porções são generosas (o que eles apresentam como porção individual dá muito bem para duas pessoas comerem muito bem). Para um jantar com vinho local para três pessoas, gastávamos em média, 70 reais em janeiro deste ano, o que eu considero uma pechincha em relação ao Brasil. Um dos restaurantes que mais gostamos e que ficava muito próximo ao hotel foi o “La Cucina de Pedro”, pequeno, aconchegante e com ótima comida e atendimento.

Pratos deliciosos, baratos e em porções generosas

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Pizza “individual”

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O “pingado” de lá, num copo de 300ml

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O cafezinho no Cafe Copacabana, acompanha suco de laranja, chantily e um Bis, achei um mimo!

Para nos deslocarmos usamos uber, mas nas distâncias menores optamos por ir a pé – eu adoro andar por cidades em que não conheço e assim ir me perdendo e me achando em ruazinhas, praças, igrejas e outras construções charmosas e nisso Montevidéu é perfeita. A cidade segue a linha de arquitetura européia de muitas cidades da América Latina, boa parte das construções são das décadas de 1940 e 1950 e apesar de muitas estarem abandonadas e degradadas, ainda é uma delícia andar pelas ruelas e becos e ir descobrindo detalhes e recantos escondidos.

Lojinhas fofas querendo ser européias e flores, frutas e verduras expostas nas ruas

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Como a cidade é pequena, você não precisa de mais de quatro dias para conhecer praticamente tudo o que é interessante.

Eu recomendo:

Mercado del Puerto – um mercadão no estilo do de São Paulo, mas onde praticamente não há lojas, só restaurantes e como um país com tradição em pecuária, o que não falta por ali são as carnes, de todos os tipos e cortes, mas se você for vegetariano, como minha filha, pode optar pelas massas. Os restaurantes italianos estão por toda parte.

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Rambla – se você se lembra das aulas de geografia, sabe que o Rio da Plata é o principal do Uruguai e é também a praia dos uruguaios, são quilômetros e quilômetros de praias de água doce, sem ondas, super indicadas para crianças, mas se quiser praia de água salgada, existe sim, mas em uma extensão muito menor.

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Ciudad Vieja – existe um antigo portal que separa a parte moderna e a parte antiga ou “vieja” de Montevideu. A parte moderna é bacana, mas muito parecida com outras cidades, como São Paulo, por exemplo, mas a Ciudad Vieja é muito interessante. Cheia de construções das décadas de 1940 e 1950, bares, cafés, restaurantes familiares, uma graça! Eu nunca fui a Havana, mas imagino que seja muito parecido. Vale bater perna por lá por horas e horas!

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Teatro Solis, logo na entrada Ciuda Vieja, belíssimo!

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Shopping Punta Carretas – tem uma história super interessante, ele foi uma prisão política durante a ditadura uruguaia, onde ficou preso por vários anos o ex-presidente Jose Mujica, que conseguiu escapar em uma fuga cinematográfica pelas portas principais da prisão. Hoje abriga lojas locais e algumas das principais grifes internacionais.

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Punta Ballena – uma pequena península que fica a cerca de duas horas de Montevidéu. O principal ponto turístico é a Casa Pueblo, imperdível para quem ama arquitetura, segue uma linha mediterrânea e foi construída pelo arquiteto e artista plástico Carlos Páez Villaró. No local funciona um museu, mas no dia em que estivemos lá estava fechado, mesmo assim, vale muito a pena conhecê-la. A casa foi sendo construída desde 1958, sem nenhum planejamento prévio, aos poucos e ao gosto do proprietário, com o auxílio dos moradores locais. Na casa também funciona um restaurante e um hotel. Eu adorei!

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Punta del Este – balneário super badalado, famoso e procurado por turistas, não me agradou, achei muito parecido com Ubatuba, cheio de lojinhas, surfistas e muito trânsito, é um lugar bonito, mas não tem nada de mais. Partindp de Montevidéu, existem vários passeios para “Punta”, passando por Punta Ballena, acho importante conhecer, mas a mim não causou nenhuma emoção.

Além disso, o passeio que contratamos foi muito chato, perdeu um tempo enorme passando pelos bairros ricos dos arredores, mostrando as casas dos milionários, campos de golfe etc. Claro que tem quem goste, muita gente no ônibus, corria para lá e para cá para tirar fotos, mas não consegui ver nenhum interesse nisso. Se não faz seu tipo, quando for contratar o passeio, veja se faz este tour pela parte rica e dispense, é chato de doer! Outra coisa, não se empolgue achando que vai tirar uma linda foto na famosa escultura da mão enterrada na areia da praia. O local está sempre lotado e é impossível tirar uma foto exclusiva!

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Reveillon em Montevideu é na rua e durante o dia

Como passamos o reveillon lá, participamos da festa tradicional do local. Lá praticamente não tem queima de fogos à meia-noite, um ou outro hotel faz isso, mas de forma muitíssimo discreta. A festa principal acontece durante o dia. Ela começa às 12h do dia 31 de dezembro, nos arredores do Mercado del Puerto, no centro da Ciudad Vieja. Os moradores ficam no alto dos prédios, ou nas janelas, jogando baldes de água em quem passa, por isso, vá de shorts e camiseta ou outra roupa bem simples e que seque rápido. Também é comum jogarem sidra em quem pensa. Eu e meu filhos levamos um super banho de sidra, mas não é aquela sidra de garrafa de vidro igual ao do Brasil. Lá, ela é vendida em garrafas pet de 2 litros e custa muitíssimo barato, já que praticamente ninguém bebe, só serve para jogar uns nos outros mesmo.

Falando assim pode parecer estranho, mas é muito divertido e com as temperaturas altíssimas que faz nesta época do ano, muita gente pede para levar o banho, só é ruim ficar melada de sidra barata, mas aí você procura um banheiro e se limpa ou toma um banho de balde de água na rua mesmo.

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Por volta das 14 na Praça Central tem início um batuque digno do carnaval brasileiro, onde todo mundo cai no “samba” e logo depois começa a chuva de papel picado pelas ruas próximas. Os bares e restaurantes no entorno ficam lotados, mas como são muitos, você provavelmente vai encontrar uma mesa e poder comer e beber como nós fizemos. É uma festa divertidíssima e se você não for do tipo que fica mal humorado com as brincadeira,s não pode perder!

Dica – compre chocolates, doce de leite e vinhos nos supermercados, são muito baratos. Pesquise sobre os vinhos uruguaios e procure-os nos supermercados, compramos vinhos muito bons por valores entre 7 e 11 reais (!!!)

Importante: O Uruguai é um país muito mais liberal que o Brasil atual. As leis lá são muito mais flexíveis e você vai gente fumando maconha na rua e lojinhas que a vendem. Isso é garantido por lei e não tem nada a ver com você, é um direito de quem vive lá. Se isso te incomoda, fique na sua, você está viajando por um país bonito e interessante, que é diferente do seu. Simples assim!

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Imagens: Claudia Medeiros e Luiza Medeiros

 

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Viagem ao Chile: amamos!!

Viajar, é na minha opinião, uma das melhores coisas da vida e olhe que eu não viajei nem 1% do que pretendo, mas venho me organizando, economizando, abrindo mão de coisas desnecessárias para poder fazer as viagens que sonho.

Uma das experiências que eu morria de vontade de viver era ter contato com a neve. Por isso, no início do ano decidi que viajaria com meus filhos para o Chile no inverno. Assim, além de conhecer um pouco do país, aproveitaria a época de neve.

Este post já deveria ter saído há muito tempo, a pedidos de várias amigas, ma nunca é tarde, né? Ou é?

Economizando desde o começo

Viajamos no dia 14 de julho e ficamos lá por cinco dias, um período em que as viagens custam mais por conta da alta temporada, mas como meu esquema de viagens é econômico, compramos as passagens e a acomodação pelo Decolar.com com três meses de antecedência, assim conseguimos achar preços bons.

Nós no avião – tem que ter esta foto, né?

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Não ficamos em hotel, ficamos no Altura Suites, em Santiago. O apartamento era bem confortável (as fotos no link são bem fiéis). Uma pequena sala com sofá-cama, cozinha conjugada e uma suite com cama king, onde eu eu os filhos dormimos juntos todas as noites, porque estava frio, porque a TV ficava na frente da cama e porque é mais legal assim. A localização era perfeita, podíamos fazer a maioria dos passeios a pé, pois estávamos na região central e perto de museus, galerias de arte, parques, lojas e muitos cafés bacanas. E se precisássemos, tinha uma estação do metrô super pertinho.

Visão que tínhamos da varanda do nosso apê – a Cordilheira ao fundo e o Cerro Santa Lucia, com o Castillo Hidalgo – localização privilegiada

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O valor que pagamos era metade do valor de um hotel, mas não incluía café da manhã, o que foi bem simples de resolver porque além de ter o Cafe da Lucia em frente ao prédio, tinha um supermercado da rede Express (que pertence ao Wallmart) ao lado. Ah, outra coisa legal: tinha uma casa de câmbio bem em frente ao prédio.

Comendo no Chile

Acostumem-se, a comida é muito cara no Chile. Como estávamos perto do supermercado, eu comprei boa parte da nossa alimentação lá, porque no meu caso ainda tem uma outra questão, minha filha é vegetariana e meu filho tem uma alimentação bem restrita (em outras palavras, é chato!) e adora carne, ou seja, eu teria que contemplar os dois, por isso o supermercado foi uma opção, mas fiquei chocada em constatar que um pacote de pão de forma, por exemplo, custa o dobro do que pagamos no Brasil.

Comprei comida congelada porque no apartamento tinha microondas, fogão, forno etc e dava pra comer na boa. Mas, quando estávamos na rua optávamos pelos fast-foods pra economizar e para atender o paladar “exigente” dos meus filhos.

No Café da Lucia tinha um combo de café ou suco e mini-pizza, que quebrou bem o galho com meu filho. Mas também comemos no Subway, onde eu experimentei um lanche de centolla, o caranguejo típico do Chile, que é uma delícia e nas redes de pizzaria Telepizza, muito parecida com a Pizza Hut, na praça de alimentação do shopping e nos cafés vizinhos a onde estávamos hospedados, como o Café  Tomodachi onde havia combinações de tortas doces e salgadas, saladas etc. E comemos muitas empanadas e mezza lunas, que nós três gostamos. Enfim, opções baratas.

Sanduíche de Centolla, do Subway e Marley Coffee (me perdoem os chilenos, mas o café de lá é muito ruim, só so cafés da Nestlé se salvam)

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Pizza da rede Telepizza, que está por toda Santiago, boa e barata

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Cheesecake, mezzaluna e capuccino do Café Tomodachi, comemos à noite, na mesa na calçada, mas com aquecedores a gás nas mesas, já que a temperatura em Santiago à noite chegava a 5º

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Mas, se quiser gastar um pouco mais, tem o Mercado Municipal, onde não tivemos tempo de ir, mas que, pelos que nos indicaram, tem restaurantes muito bons. Além disso, Santiago está repleta de restaurantes peruanos e é possível comer ceviches maravilhosos, como que comi no restaurante Taberna do Oscar, em Valparaíso, onde tomei também uma sopa de frutos do mar maravilhosa!

A Taberna do Oscar ocupa um prédio bem grande e antigo no centro de Valparaíso, construção e decoração super charmosas

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E, como pegamos muito frio, uma de nossas salvações, foram os quiosques de café Nestlé, que estão por toda parte, até no zoológico e que são deliciosos, bem quentinhos e com preços muito honestos. Tomei vários!

A Cordilheira

Antes mesmo de viajar, uma das atrações que mais me interessava era a Cordilheira dos Andes. Lembro até hoje de tê-la estudado nas aulas de geografia e de ficar encantada com o tamanho dela, mas sem nem imaginar como seria. E confesso que fiquei emocionada já no vôo. Tivemos o privilégio de que nosso avião passasse por ela às 12h30, em um dia de sol e com isso, pudemos vê-la em toda sua magnitude. Sobrevoamos a cordilheira por cerca de 30 minutos, eu nunca poderia imaginar que ela era tão gigantesca.

A Cordilheira, vista do avião

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E em nossos passeios, subimos duas vezes parte da Cordilheira, uma para Farellones e o Valle Nevado e outra para Cajon del Maipo e a cada curva ficávamos mais fascinados.

A caminho do Valle Nevado

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A caminho de Cajon del Maipo

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Contrate um Guia, contrate o nosso Guia

Santiago é uma cidade tranquila para se conhecer a pé, de metrô ou de uber, mas se você quer fazer passeios pelos arredores da cidade, é importante contratar um guia. Uma amiga que viajou ao Chile dois meses antes nos indicou o Guillhermo e ele foi perfeito e até o indicamos para uns amigos que viajaram depois de nós e que também gostaram muito dele. Por isso, se precisar do contato, me chame que eu passo.

É bem importante ter um guia quando você viaja sem uma agência porque sem ele, simplesmente não teríamos chegado onde queríamos. Antes de sairmos do Brasil já tínhamos combinado com ele os passeios que faríamos, as datas e os valores, assim não tivemos nenhuma surpresa quando chegamos lá. E ele também nos buscou e nos levou de volta ao aeroporto.

Foi ótimo, pois além de extremamente atencioso, também sabia até onde podíamos ir por questões de segurança, já que tinha muita neve na estrada, nos buscava e retornava na porta do hotel, nos indicou passeios em Santiago, preparou um piquenique com vinho para nós em Cajon del Maipo e nos levou para conhecer San Jose del Maipo e uma região de vulcões que não estavam no roteiro que fechamos com ele.

Agora, com vocês as fotos de tudo de mais lindo que vimos por lá

Santiago – pegamos mais frio na cidade que na Cordilheira, o vento e o tempo nublado na maior parte dos dias mantinham a temperatura entre 5 e 8 graus

A cidade é limpa, apesar do ar extremamente poluído, o trânsito é maluco, as pessoas são educadas e a arquitetura é muito charmosa

Cerro Santa Lucia e Castillo Hidalgo – na esquina do nosso prédio

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O quarteirão onde ficava nosso prédio, esta avenida é cheia de cafés, espaços de arte e lojinhas alternativas

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Pelas ruas de Santiago

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Farellones e Valle Nevado – o primeiro contato com a neve a gente não esquece

Apesar de ser dia útil, as estações de esqui estavam bem cheias por causa das férias escolares, mesmo com muita neve, a temperatura era de 10º por conta do sol intenso, o que nos garantiu fotos muito boas

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Valparaíso, cidade litorânea que fica a cerca de 40 minutos de Santiago. O caminho até ela é cheio de plantações de uva e vinícolas, mas o tempo nublado não permitiu fotos legais

Valparaíso é charmosa e tem um casario super colorido e cheio de grafites. Ladeiras bem íngremes separam as ruas, por isso ainda existe o funicular, o trenzinho-elevador que transporta as pessoas de um ponto a outro

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Casa de Pablo Neruda, em Valparaíso, ele tinha mais duas

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Vinã del Mar, cidade praiana, também super charmosa, com praias de formação rochosa, casas construídas no morro em frente ao Oceano Pacífico, área de tsunamis e leões marinhos

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Museu de Arte de Santiago, a 5 minutos de caminhada de onde estávamos hospedados

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San Jose del Maipo, cidadezinha minúscula no caminho para Cajon del Maipo

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Cajon del Maipo, um dos lugares mais lindos que já vi – se você tiver só um dia para subir a Cordilheira, esqueça Farellones e Valle Nevado, são mais famosos, mas não têm nem metade da beleza selvagem deste lugar

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Bem, é tudo isso! Eu e os filhos amamos o Chile e pretendemos voltar para conhecer outras regiões. muitas pessoas optam por conhecer as vinícolas e eu tinha muita vontade de ir a uma delas, mas como estava com meu filho, com 10 anos na ´poca, optei por fazer passeios que agradassem a ele também e, com certeza a vinícola não seria um deles, acabamos visitando o zoo, parques e coisa desse tipo. De qualquer forma, foi perfeito! A viagem foi ótima sem nenhum contratempo, gastamos menos do que planejamos e vimos muito mais do esperávamos. Recomendo!

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Fotos: Claudia Medeiros, Luiza Medeiros e Guillermo Brezzo

 

 

 

 

 

Organize-se: Como arrumar a mala perfeita

Eu adoro viajar e viajo bem menos do que gostaria, por isso apesar de ver muita gente reclamando, não ligo de arrumar mala não. Acho que faz parte do processo da viagem e por isso me dá prazer.

Porém, é inegável que fazer uma mala caprichada e eficiente é quase uma arte. A maioria, com medo de não ter o que vestir, leva muito mais do que precisa, carrega peso desnecessário e nem sempre consegue ter roupas para todos os compromissos.

Então, selecionei algumas dicas que acho legal seguir para fazer uma mala enxuta, porém com tudo o que precisa. E, para melhor ilustrar, vou mostrar a mala que acabei de fazer para minha viagem de reveillon:

1 – Primeira coisa é saber exatamente quantos dias irá fica fora e ter uma ideia dos compromissos que terá.

2 – A internet nos permite saber com antecedência a previsão do tempo de praticamente todos os lugares do mundo, faça isso e fuja de imprevistos.

3 – Cada viagem é uma viagem, se é praia, a maior parte da mala será composta de biquinis, shorts, rasteirinhas. Se é montanha, frio, urbana, pede outras composições, fique atenta às especificidades de cada local.

4- É legal ir montando os “looks”, assim você já pensa nos acessórios, calçados etc.

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5- Peças coringas – é importante levar peças que possam ser usadas várias vezes, como calças, jaquetas e shorts jeans, uma calça preta, um vestido básico. Isso ajuda muito!

6 – Acessórios diferentes fazem uma mesma peça render mais de um look – eu adoro colares e lenços e sempre levo vários, pois além de ocuparem pouquíssimo espaço na mala, dão um ar mais elaborado ao visual. Os colares eu guardo em saquinhos de tecido e os lenços coloco nos cantinhos que sobram na mala.

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7 – Sapatos devem ser embalados separadamente – eu uso aqueles saquinhos de tecido que as lojas usam para embalar os próprios sapatos ou peças mais delicadas.

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8 – Peças maiores devem ser colocadas no fundo da mala, como esta calça, por exemplo, deixe parte das pernas pra fora e depois que tudo estiver no lugar coloque as pernas por cima.

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9 – Camisetas e blusinhas devem ser enroladas, assim além de não ficarem com marcas de dobras, ocupam menos espaço.

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735041_934541706633733_6281468426661067829_n.jpg1505102_934541696633734_4087859686970859552_n10 – Calcinhas, sutiãs, meias e pijamas também podem ficar nos cantinhos, ocupando todo o espaço livre.

11 – Eu monto duas necessaires: uma para shampoo, cremes, perfumes, creme dental e outras coisas líquidas e antes de colocar tudo na necessaire, boto dentro de um saquinho ziploc para ter certeza de que não vazarão e estragarão minhas roupas e em uma segunda necessaire eu coloco apenas itens de maquiagem, assim fica tudo mais organizado e a primeira delas eu já posso deixar no banheiro do hotel.

12 – Também levo uma bolsinha ou necessaire com medicamentos que estou usando e analgésicos, band-aids etc. Não ocupam espaço e podem te poupar dores de cabeça, literalmente!

Com uma mala organizadinha assim só posso desejar a todos uma ótima viagem!!

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Fotos: Claudia Medeiros

 

 

 

 

 

 

 

 

 

São São Paulo, meu amor!*

Eu adoro São Paulo. Sei que tem gente que acha a cidade infernal, mas eu adoro. Quando tinha meus 18, 19 anos, amava ir pra lá nos finais de semana, pois tinha as melhores baladas, era a época do gótico e eu tinha mechas roxas nos cabelos e muita, muita roupa preta no armário.

O tempo passou, mas continuo gostando de São Paulo. Ainda é o melhor lugar pra programas culturais baratinhos ou mesmo gratuitos e excelente para compras. Minha filha herdou este amor por São Paulo e não abre mão de fazer comprinhas, principalmente na Liberdade, o bairro japonês. Volta sempre com sacolas e mais sacolas de canetas, lapiseiras, adesivos, bolsas e etc.

Na semana passada estivemos lá e passando ao lado da catedral da Sé não resitimos e tiramos algumas fotos. Acho a igreja maravilhosa, com seu estilo gótico(que não tem nada a ver com a moda dos anos 80, viu?rs) e sua história repleta de momentos marcantes que se confundem com a hitória do Brasil, como a missa ecumênica para Vladimir Herzog, assassinado pela ditadura em 1975 ou a manifestação pelas Diretas Já! em 1984.

A igreja é linda e merece ser fotografada.

coisa mais linda, mais cheia de graça:

colunas imponentes e arcos em forma ogival – características do estilo gótico de arquitetura:

olha só a altura deste teto:

o vitral divino:

à noite:

Mas não é só, andando pela cidade é possível contemplar a arquitetura maravilhosa das construções, principalmente no centro antigo, como o Mercadão, o Teatro Municipal, o pátio do Colégio e por aí vai. Como vou sempre a São Paulo, vou ficar mais atenta à estas preciosidades pra poder registrar e publicar aqui no blog.

Gostaram?

* música do Tom Zé

Você alugaria um quarto?

Você algum dia considerou a opção aluguel quartos? Pois, eu estava em um dia destes pensando nisso. Em vários países, existe a opção de hospedagem chamada de bed & breakfast, literalmente cama e café da manhã, onde o esquema é o seguinte: você se hospeda em uma casa de família, que coloca à sua disposição, um quarto e te serve o café de manhã. Simples assim. Gostou da ideia?

É claro que, como em tudo na vida, existem opções mais baratas e mais caras, mas geralmente você paga menos do que em um hotel convencional e acaba ficando em contato direto com as pessoas e suas culturas, o que não deixa de ser bem interessante e que nem sempre acontece quando você se hospeda em um hotel.

Eu, que há anos sonho em fazer uma viagem para a Europa, mas que ainda não consegui juntar o necessário para isso, às vezes me pego pesquisando opções mais econômicas para a viagem. Já pesquisei passagens, comidas, passeios, museus e é claro, hotéis. E um dia, folheando uma edição da revista Elle, tomei conhecimento do esquema bed & breakfast. As casas mostradas nos sites são encantadoras, mas é claro que dá um friozinho na barriga, vai que o seu hostess é um serial killer, sei lá (brincadeira!rs), por outro lado, pode ser uma forma mais barata de fazer uma viagem inesquecível.

E aqui no Brasil,também tem este esquema, li uma vez na revista Veja que, principalmente nas épocas de carnaval e reveillon, vários brasileiros, principalmente no Rio de Janeiro e na Bahia, abrem as portas de suas casas para turistas estrangeiros que querem conhecer as belezas de nosso país

E aí, você já viajou em um esquema destes? Se não viajou, teria coragem? E abriria sua casa para receber turistas estrangeiros? Me conte!

Olha só que fofuras estas casinhas na área rural de Paris (elas também estão no esquema bed & breakfast – isso não te lembra o filme O Amor não tira férias?):

fonte: lodginginparis.net

Recife e Olinda

Como a maioria aqui já sabe, eu e o Pedro estivemos em Recife na semana passada. Eu não conhecia o lugar e gostei muito. Recife é bem bacana, mas Olinda é linda mesmo! Adorei a cidadezinha.

Estava bem quente (muito!), deu pra passear bastante, comer caranguejo e ver o artesanato – sim, ver, porque eu achei as coisas bem caras, tinha até algumas coisas mais baratas, mas não achei nada que combinasse muito com nossa casa, por isso, comprei alguns souvernires pra presentear e pra nossa casa, trouxemos apenas uma caixinha de marchetaria e uma mini-carranca pra colocar na entrada de casa (depois mostro os dois). Ah, trouxe também bolo de rolo, mas desse nem consegui tirar foto, acabou rapidinho…

Então, vamos a algumas fotos:

Uma igreja centenária de Olinda emoldurada pelas palmeiras e pelo mar

O casario coloridinho de Olinda

Eu e Pedro em frente ao altar de ouro do Mosteiro de São Bento, em Olinda

Eu, ao lado de uma das bonecas de Olinda (símbolo do carnaval de lá – vejam como é grande!)

Recife antigo

Recife, aí vou eu!

Gente, tô devendo atualizações da cozinha e do banheiro, mas tudo anda muito corrido por aqui, assim que der, mostro a vocês como as coisas estão.

Aproveito pra desejar um ótimo feriado a todas e todos e avisar que estou indo pra Recife com o marido (olha que coisa ruim!rs) e volto na quarta da próxima semana. Até lá!

foto: tropicalisland