Jogo de panelas teflon Carrefour Habitual – não compre!!

Eu tenho uma opinião pra supermercado, acho que é um lugar legal pra, além das comprinhas básicas, encontrar também peças pra casa. Já achei muito coisa boa e com preço bom e penso que os melhores pra isso são, nesta ordem: Wal-Mart, Extra e Pão de Açúcar (meio carinho, é claro!). No Carrefour, que eu prefiro para as compras de alimentos e material de higiene ou limpeza, quase nunca encontro boas ofertas pra casa.

No final de outubro, enquanto fazia as compras do mês, anunciaram a oferta de um jogo de panelas de teflon. Eu, que estava precisando urgentemente de panelas depois de uma péssima experiência com panelas de inox, corri e adquiri o meu kit que estava com um preço ótimo e ainda por cima, tinha a opção de panelas vermelhas.

Hoje, pouco mais de dois meses depois e com cerca de 10 vezes de uso (cozinho muito no microondas e no forno), as panelas estão assim:

Uma delas já joguei fora porque soltava ferrugem enquanto cozinhava os alimentos.

Voltei na loja e conversei no Atendimento ao Cliente e o que me disseram é que não há garantia para as panelas e que portanto, não poderiam fazer nada a respeito. Legal, né?

Procurando imagens da panela na internet, não achei nenhuma, nem no site, acho que tiraram, mas achei muitas reclamações das mesmas. Pena que não vi isso antes.

Por isso, aviso: não comprem as panelas teflon marca Carrefour Habitual, elas não prestam e a loja não está nem aí pra isso.

Notícia boa
Pra não encerrar o post falando de coisa ruim, o blog está prestes a completar 1.600 seguidores, quando isso acontecer, teremos sorteio de uma peça bacaninha da loja . Aguarde!

Anúncios

E se perdêssemos tudo?

Nós, blogueiras que amamos nossas casas, que adoramos escolher da geladeira ao tapetinho do banheiro, da maçaneta da porta ao quadrinho do corredor, da cesta para revistas ao pano de prato, como nos sentiríamos se de repente, uma onda gigantesca de lama e lixo devastasse tudo o que levamos anos para construir?

Como nos sentiríamos se, de uma hora para outra, não tivéssemos mais nada. Nada! Só a roupa do corpo… e olha, que nem estou falando da tragédia maior que é a perda de familiares queridos, amigos, vizinhos, colegas de trabalho.

Sinceramente, nem consigo imaginar, mas é exatamente isso o que está acontecendo com as pessoas que vivem na região serrana do Rio de Janeiro. Felizmente, a soliedariedade dos brasileiros fala mais alto nesta hora e as pessoas já estão se mobilizando em todo o Brasil para ajudar como podem.

Então, é isso, vamos vasculhar nossas casas em busca de roupas e cobertores e quem puder, pode doar mais – alimentos, água potável, produtos de limpeza e higiene. Na maioria das cidades, já estão sendo montados postos de arrecadação. Faça sua parte. É hora de ajudar quem precisa!

Síndrome do fim do ano

Faltam 26 dias para o natal e 32 dias para a chegada de 2011 e eu estou na maior correria, tanto que há mais de uma semana não tem post neste blog.

Não sei bem o que é, mas vejo que com a proximidade do fim do ano, todo mundo fica sem tempo pra nada, louco pra botar as coisas em dia, cheio de compromissos e estressado.

Sempre tento me programar pra chegar o fim de cada ano, sem dívidas, sem compromissos pendentes e com a casa em ordem, mas nem sempre consigo. Neste ano, com a lojinha vendendo muito e com muitos trabalhos do curso pra serem entregues até o dia 16 (quando começam as férias), estou bem atrapalhada. Nos últimos dias, consegui dar início à faxina de fim de ano, dei uma arrumada no meu armário, no do marido e no da filha, ainda falta arrumar armários do filho, brinquedos do filho, material escolar e armários da cozinha. Mas, só com a faxina de um único dia, já consegui separar tudo isso pra doação (sem falar no tanto de lixo que foi embora):

Queria terminar ainda neste ano, a reforma do banheiro. Na verdade, a reforma já acabou, mas ainda faltam alguns detalhezinhos, como o armário que vai sob a bancada e que marido está fazendo, mas ontem, finalmente conseguimos colocar a torneira na banheira e assim, as coisas começam a ficar em ordem (no próximo post, eu mostro a torneira, que é de cozinha e ficou um show na banheira).

E o seu final de ano, como está sendo?

Pimenta nos olhos dos outros

Diz o ditado que pimenta nos olhos dos outros é refresco. Mas um pimentinha usada na decoração também é refresco para os meus olhos. Veja esta aí na minha cozinha, que linda:

Comprei no Carrefour por 1,99, o cachepô, eu tenho há tempos e devo ter pago algo em torno de 3 reais, não ficou uma graça?

Triste…

Infelizmente os gatinhos não resistiram e morreram hoje à noite. Uma pena! Acreditamos que poderiam sobreviver, mas acho que é muito difícil criaturinhas tão frágeis se desenvolverem sem a mãe.

Nossos hóspedes

Na quinta-feira, quando cheguei em casa, da aula, o pedreiro veio me contar que naquele exato instante, quando estava jogando entulho na caçamba, ouviu um barulho, procurou o que era e encontrou – um saquinho de plástico com três gatinhos recém-nascidos. Larguei meu material e corri pra pegar o saquinho. Gente, os gatinhos deveriam estar com 40 graus! Eu imagino que eles passaram a manhã inteira dentro do saco plástico embaixo do sol escaldante que estava fazendo.

Agora me digam, que tipo de pesso faz um coisa destas? Trata estes animaizinhos como se fossem lixo. Afinal, é lixo que você coloca num saco e joga na caçamba, não?

Fiquei em choque e até chorei na hora, com medo de que morressem, mas hoje, domingo, eles continuam firmes. Choram bastante, é claro, mas aceitam muito bem tomar as várias seringas de leitinho morno que minha filha e eu lhes dão. Em alguns momentos, ligamos o aquecedor perto da caixinha onde estão, porque percebemos que às vezes, eles ficam geladinhos, grudados uns nos outros, sentindo a falta da mãe.

Consultei uma amiga, estudante de veterinária, e estamos seguindo as indicações delas. Ainda não abriram os olhinhos e apenas o cordão umbilical de uma delas caiu. Digo, ela porque achamos que são duas meninas e um menino. Mas como são muito pequenininhos, ainda não temos muita certeza.

Olha eles aí:

Não são fofos?

Provavelmente não vamos ficar com eles (filha quer!), pois já temos uma gata, uma cachorra e uma jabuti, mas vamos cuidar dos pequeninos até que completem uns 40 dias e aí procuraremos doadores.

Fico aqui pensando se tem gente que joga uma criança no lixo, imagine o que podem fazer com um animal?

A Casa Cor Campinas fez contato

A assessoria de imprensa da Casa Cor Campinas leu o post e me ligou. Informaram que a presidente do evento marcou uma reunião para amanhã com a direção do hotel e com a direção da MultiPark para tratarem do ocorrido. Fiquei satisfeita, mostraram que se importam com os visitantes. Melhor assim, né? Vamos ver no que dá, acho bacana que discutam a situação para evitar que novos problemas deste tipo ocorram.

Sorteio

Mudando de assunto, amanhã darei início ao sorteio que já está atrasadíssimo. Fiquem atentos!

Lojinha
Acabou de chegar na lojinha uma lindíssima moringa de cerejinhas, coisa muito fofa. Passem lá!

Realizando um sonho

Quando eu era criança, colava páginas de revistas de decoração nas paredes com durex e naquela casa imaginária, vivia a minha boneca Susi. Também desde pequena, eu prestava a maior atenção na fachada das casas, imaginando como seriam por dentro e quando ia a uma casa nova, ficava atenta a todos os detalhes e até hoje me lembro de casas que visitei há mais de …bem, deixa pra lá… há muito anos.

Lá pelos meu 16,17 anos, resolvi que queria ser arquiteta, mas sabe como é, né, filha de funcionária pública e de um metalúrgico, tive que desistir da faculdade caríssima e em período integral e fui fazer jornalismo (minha segunda opção). Não me arrependo, não fiquei rica, mas também nunca fiquei desempregada, gosto do meu trabalho, mas sempre tem um mas e lá no fundo, eu sempre fico pensando que se tivesse feito arquitetura, estaria mais realizada, pode até ser que não, mas sempre achamos que poderíamos ter feito melhor.

Bem, mas hoje, tenho certeza que, dentro da arquitetura, o que mais me atrai é a criação de ambientes, móveis e acessórios, decoração etc. Por isso, resolvi que 2010 será o ano da virada e ontem me matriculei no curso de Design de Interiores, é um curso técnico, com duração de dois anos e meio, numa escola conceituadíssima de Campinas e reconhecido pelo MEC e pela ABD – Associação Brasileira de Design de Interiores. A mensalidade é bem alta, na verdade, mais do que eu poderia pagar, mas marido vai me ajudar e eu estou animadíssima.

É lógico que bate um medo, pois isso significa que daqui a alguns anos, eu pretendo mudar de profissão, mergulhar em uma coisa nova, já não sou jovem, quando terminar o curso, estarei com quase 44 anos, mas e daí? É um sonho e eu estou começando a realizá-lo.